14 de julho de 2009

CARGA TRIBUTÁRIA


A ORIGEM DA EXPRESSÃO "QUINTO DOS INFERNOS"

Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".



Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".



Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento do inconfidente que mais se expôs, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.



De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Donde se conclui que atualmente, a carga tributária que nos aflige é perto do dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, ou seja, pagamos hoje "dois quintos dos infernos"...



Salve nossos políticos, o PAC, o mensalão, o Senado com sua legião de "diretores", a festa das passagens, mordomos a peso de ouro, o bacanal com o dinheiro público!

Só que o povo parece estar feliz, e não há clima para uma nova Inconfidência...

colaboração de visitante do blog.

12 comentários:

Anônimo disse...

Alguém te mandou prá lá?

Der Sauerkraut disse...

Não diretamente mas deve ter muita gente com vontade de mandar.

Anônimo disse...

Bom Dia Herr Bachmann!

Não pensem os senhores(a) que a reforma tributária irá diminuir esta carga. Acredito que nem um movimento civil faça mudar significativamente esse quadro.

Está em estudo o IVA estadual e nacional. Ainda não sabem exatamente de quem será a competência, mas será para substituir o ICMS(parece).

O que falta para nós eleitores é termos vergonha na cara e mandar esses pedintes de votos para os quintos dos infernos.

Penso que é melhor votar no Ali Babá e não nos amigos dele.

Bachmann, mein Freund, ich lesse jeden Tag dein Blog. Du schreibs nur dir Wahrheit!

Auch wieder lessen!

Gilmar Jonas Voigtlaender
Blumenau/SC

Anônimo disse...

Poxa, uma cara assim é que deveria ser procurador. Tão inteligente, como é que não passou no concurso???????

Anônimo disse...

Olá Anônimo, respondendo a sua pergunta:
- Não passei por não ter estudado o suficiente, assim como tantos outros igualmente não passaram, inclusive com muito mais bagagem e experiência que eu. Aliás, na época eu não tinha OAB. Etâ concurso enrolado aquele.

Meus respeitos ao Anônimo!

Gilmar JOnas Voigtlaender
OAB/SC 27823

Anônimo disse...

Poderiam me dar a tradução da palavra "lessen?Essa eu ainda não conheço man!

Anônimo disse...

Bom dia leitores!

Obrigado sr.(a) Anônimo, pela pergunta formulada. Assim, pude perceber que cometi dois erros de ortografia na postagem.

As palavras Lesse e Lessen estão escritas com um "s" a mais. A grafia correta seria Lese e Lesen.

Auch wieder Lesen!

Gilmar Jonas Voigtlaender

Anônimo disse...

discutir por erros de grafia é no mínimo bobo!

Discutir o tema, nem pensar!

Anônimo disse...

Claro que discutir erros de grafia é bobo, mas se a pessoa vem aqui dar aula de alemão, pelo menos tem que saber o que está escrevendo - ou não escreva nada.

P.S.: O verbo schreiben tb estava escrito errado.

Anônimo disse...

Esse é o problema desse cara, fica dando aula de alemão mas a história do dinheiro do FAP ele ainda não respondeu, só se esquivou.

Anônimo disse...

É verdade, a explicação sobre o FAP até agora nada. será que foi por isso que ele saiu da prefeitura?

Anônimo disse...

O correto é "Auf wieder" e não "Auch wieder".
O doutor aí não sabe nada de alemão.